RH em nuvem: entre o saber e o fazer | KPMG | BR

RH em nuvem: entre o saber e o fazer

RH em nuvem: entre o saber e o fazer

Computação em nuvem ganha cada vez mais força

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Em tempos de investimentos restritos e alta volatilidade, a utilização de computação em nuvem no dia a dia das empresas vem ganhando cada vez mais força. A solução vem ocupando espaços não só na área de TI, mas também nas áreas que usam a tecnologia para suportar seus processos, com destaque para recursos humanos. Além de se beneficiar no tratamento de altos volumes de dados, permitindo que a tomada de decisão seja baseada em evidências, a computação em nuvem vem possibilitando uma redução no investimento necessário para implementar novas ferramentas e facilidades e gerar mais valor aos usuários.

Nossa pesquisa indica que um número crescente de organizações que selecionaram novas tecnologias em gestão de recursos humanos já optou por soluções baseadas em nuvem e muitas outras estudam a viabilidade de fazer uma migração. Apesar das vantagens, a transformação requer muito mais do que uma decisão baseada em requisitos técnicos e funcionais. O que se questiona é se as expectativas em relação aos benefícios ao negócio estão ou não sendo atendidas e vemos que na maior parte das vezes, não estão.

Para que a integração entre a computação em nuvem e o RH ocorra de forma eficaz, as empresas precisam superar o impulso de simplesmente adotar novas tecnologias. Fica claro que o que está faltando é uma visão para o futuro e uma gestão estratégica das mudanças, que seja capaz de integrar os profissionais e os processos a essa nova tecnologia. Se isso não for feito apropriadamente, a jornada pode ser longa e dispendiosa, com a sensação de que os objetivos não foram concretizados.

As organizações estão no dilema sobre o caminho a ser seguido para implantar, de forma eficaz, o serviço em nuvem em recursos humanos. O percurso adotado por muitas empresas envolve implementar a tecnologia do modo mais fácil e barato possível, com pouca ou nenhuma gestão de mudanças. A pesquisa global sobre transformação de RH 2016, realizada pela KPMG, apontou que, nesse caso, não acontece uma transformação fundamental na gestão de pessoas. Segundo o levantamento, as empresas tiveram um uso crescente dos serviços de autoatendimento a gerentes e funcionários (57%), um aumento no fluxo de trabalho (53%) e acesso maior às informações gerenciais (53%). De acordo ainda com o estudo, considerando o cenário Brasil, os principais benefícios identificados do sistema de gestão de RH são: melhoria de processos em geral e processos de gerenciamento, incluindo workflow (21,6%), facilidade de integração com outras aplicações (15,7%) e melhoria na experiência de autoatendimento a gerentes e funcionários, incluindo tecnologia mobile (13,7%), resultados principalmente operacionais. Atualmente, 12,5% das empresas participantes estão implementando um novo sistema, visando à melhoria do valor agregado do RH para o negócio e melhores funcionalidades.

As organizações que, de fato, obtiveram benefícios seguiram de forma estratégica. Elas dedicaram tempo e recursos para transformar a área e o modelo de realização de serviços na nova tecnologia. Segundo dados da pesquisa Gartner’s Forecast Analysis: Public Cloud Services, divulgada em maio, o total das despesas globais com serviços em nuvem deve ser algo em torno de US$ 367 bilhões até 2020, crescendo a uma taxa de 16% ao ano.Os investimentos em computação em nuvem continuam a aumentar, mas está claro que muitas organizações ainda precisam construir estratégias mais elaboradas, que são cruciais para a maximização do impacto da tecnologia. Infelizmente, algumas áreas de RH estão perdendo oportunidades devido ao foco restrito no uso da nuvem e não na transformação do RH.

Esse é o dilema da área de RH: continuar sendo um centro de custo que se baseia em práticas desatualizadas ou proporcionar informações, permitindo tomadas de decisões mais inteligentes e agregar um novo valor ao setor. Tal progresso requer que as empresas transcendam à lacuna entre “saber o que é necessário” e “fazer o que é necessário”.

*Patricia Molino é sócia líder da área de People & Change da KPMG no Brasil

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