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Global CEO Outlook 2018

Global CEO Outlook 2018

CEOs globais com uma visão realista sobre o crescimento diante de adversidades sem precedentes

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55% preveem crescimento cauteloso de receita de menos de 2% nos próximos 3 anos: 4º levantamento anual da pesquisa KPMG International 

- Reposicionamento de seus negócios para atender às necessidades da geração de Millennials, uma prioridade para 38%

- Metade diz que se tornar vítima de um ataque cibernético é inevitável

- Geopolítica atinge a diretoria, com o territorialismo sendo apontado como a maior ameaça ao crescimento 

Apesar de serem relativamente otimistas sobre a economia em geral, bem como suas perspectivas gerais para o país, o otimismo dos CEOs globais é atenuado por uma boa dose de realismo, com metade (55%) prevendo crescimento cauteloso da receita de seus próprios negócios. 

Metade dos CEOs (52%) diz que eles precisarão atingir as metas de crescimento antes de fazerem novas contratações. De acordo com o KPMG Global CEO Outlook, eles estão impulsionando o crescimento em um cenário de mudanças demográficas significativas, o aparentemente inevitável futuro ataque cibernético e a volatilidade geopolítica. Efetivamente, os líderes estão otimistas, com 95% vendo a ruptura tecnológica mais como uma oportunidade do que como uma ameaça. 

“Os CEOs estão aproveitando as adversidades para direcionar suas organizações para o crescimento”, disse Bill Thomas, Presidente, KPMG International. “Os CEOs com quem tenho conversado reconhecem que a incerteza geopolítica, a ruptura e as ameaças cibernéticas são o novo cotidiano. Os melhores estão procurando as oportunidades que essa situação cria, mudando seus sistemas e, em alguns casos, todo o seu negócio. Está claro que impulsionar o crescimento em 2018 e posteriormente exigirá que os CEOs combinem desenvoltura e realismo na mesma proporção”. 

Aceitar o desafio de um mundo incerto

Os CEOs desempenham um papel essencial no direcionamento de suas organizações para os consumidores de amanhã, a fim de aproveitar todas as oportunidades de crescimento, com quatro em cada dez (38%) respondendo que seus negócios exigem um reposicionamento para atender às necessidades dos Millennials. Há também uma sensação crescente de inevitabilidade de um ataque cibernético, com quase metade (49%) dos CEOs dizendo que se tornar vítima de um ataque é uma questão de “quando” e não de “se”. Considerando-se o atual ambiente geopolítico, talvez não seja uma surpresa que um “retorno ao territorialismo” tenha sido apontado como a principal ameaça ao crescimento neste ano. 

Impulsionar o crescimento de forma realista

Os CEOs estão otimistas em relação ao ambiente macroeconômico; eles estão confiantes sobre as perspectivas de crescimento global e da indústria (67 e 78%, respectivamente). Eles também estão se sentindo confiantes em seu crescimento no país individualmente (74% estão confiantes, embora 3 pontos percentuais abaixo em relação a 2017). Porém, há um caso mais complexo emergindo em relação às perspectivas de crescimento da empresa: 

- 90% estão confiantes em relação a perspectivas de crescimento de sua empresa (aumento de 7 pontos percentuais em relação a 2017).

- No entanto, apenas 37% planejam aumentar o número de funcionários em mais de 6% nos próximos três anos (queda de 10 pontos percentuais).

- E 55% preveem crescimento cauteloso de receita de menos de 2% nos próximos 3 anos  

Tornar o digital como uma cruzada pessoal

Os CEOs estão abordando a pauta digital como nunca antes e assumindo responsabilidade pessoal sobre dados e confiança. 

- 71% estão pessoalmente prontos para liderar uma transformação radical na organização.

- 59% veem a proteção de dados do cliente como uma responsabilidade pessoal essencial.

- Contrariamente à opinião popular, 62% esperam que a IA crie mais empregos em vez de causar o desemprego.

Colocar o instinto sobre fatos

Com as demandas dos clientes mudando continuamente e o cenário tecnológico em constante estado de fluxo, agilidade e intuição são essenciais. 

- 59% acreditam que a agilidade é a nova moeda dos negócios.

- Mais da metade (51%) tem menos confiança na precisão da análise preditiva em comparação com dados históricos e tem mais confiança em fontes de mídia social em relação a todas as outras. - 67% admitiram que confiam em sua própria intuição sobre percepções baseadas em dados para tomar decisões estratégicas nos últimos 3 anos.

 “Os dados são extremamente importantes, mas, em última análise, os CEOs precisam tomar grandes decisões e está claro que a experiência e a intuição ainda têm um papel a desempenhar”, disse Thomas. 

Crescentes ameaças cibernéticas

O risco sempre presente de uma ameaça à segurança cibernética tem aumentado no radar; subiu do quinto para o segundo lugar no geral este ano em termos de riscos que dificultam o crescimento futuro. Apenas metade (51%) dos entrevistados indicaram que estão bem preparados para um ataque cibernético, embora mais da metade (55%) afirme que uma estratégia cibernética sólida é fundamental para gerar confiança entre os principais interessados. 

Mercados em desenvolvimento, um foco para o crescimento

70% dizem que sua maior prioridade para a expansão geográfica são os mercados emergentes, com América Central/do Sul apontadas como a região mais importante. 

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