Os anos de ouro acabaram, e agora?

Os anos de ouro acabaram, e agora?

Preços mais competitivos no mercado internacional, através da utilização dos regimes aduaneiros do RECOF e RECOF-SPED.

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Regimes aduaneiros do RECOF e RECOF-SPED

Na crise econômica deflagrada em 2008, o Brasil pouco sentiu os efeitos da redução da atividade global em função do país estar vivendo um bom momento econômico, com capacidade de incentivar o consumo interno. O
governo brasileiro propôs uma série de incentivos fiscais, como a redução do IPI para o setor automotivo, com o objetivo de sustentar o crescimento
econômico do país naquele momento. Alguns segmentos, assim como o automotivo, até 2013, viveram uma espécie de "anos dourados".

O cenário que encontramos hoje é completamente diferente. Estamos atravessando uma das maiores crises político-econômicas do país desde 1990. Essa crise instalada a partir de 2014, segundo a pesquisa Perspectiva da Indústria Automotiva 2016 Roland Berger/AB, obrigou as empresas a implantar medidas drásticas, como a redução da capacidade de produção e mão de obra, assim como a redução de despesas (overhead) da área administrativa. As empresas e governo concordam que uma das medidas-chave para a retomada do crescimento econômico é o aumento das exportações.

Mas é exatamente nesse ponto que encontramos um grande desafio. Para que os produtores e indústrias consigam aumentar seu volume de exportações, é necessário que essas empresas tenham preços competitivos no mercado internacional, o que acaba por forçar seus executivos a buscar estratégias para redução de custos. Nesse sentido, os incentivos para redução da carga tributária incidentes na produção podem ser aliados.

Para as empresas industriais, que adquirem parte da sua matéria-prima no mercado importação, e que possuem volumes anuais de exportações acima de US$ 5 milhões (ou podem atingir esse volume), o RECOF e o RECOF-SPED são regimes aduaneiros especiais que se caracterizam com um poderoso modelo de negócio, capaz de desonerar a carga tributária da indústria, e ainda gerar ganhos de fluxo de caixa, através da suspensão do pagamento dos tributos de insumos, partes e peças (importados ou mercado local) na aquisição, para a aplicação em produtos industrializados, e a consequente isenção dos tributos suspensos na exportação do bem produzido, ou o recolhimento dos tributos suspensos do produto vendido no mercado doméstico, sem o ônus de multas e juros.

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